Cala-te e envergonha-te
Teus atos insanos não me compreendem
Fazes o que te é oportuno
Porém sofres silenciosamente.
Teu orgulho desapropria-te
Teu inverno aquece-te
Tua locura impulsiona-te
Condena-me por atos obscuros
Que subliminarmente visualizas
Perdurar o que invisivelmente vemos
O que atonicamente falamos
E o que sem tato sentimos
Realça o obscuro,
Alinha o itinerante
E atribua a nós
O desejo de Ser Feliz!!!
Lindo! ;D
ResponderExcluireu já conhecia esse, mas ele sofreu modificações né!? lindooo =**
ResponderExcluirhttp://ummundodeletrasesonhos.blogspot.com.br/
ResponderExcluiradorei seu poema... da uma olhada no meu blog...
obrigado