sábado, 4 de setembro de 2010

[In]verso

Cala-te e envergonha-te
Teus atos insanos não me compreendem
Fazes o que te é oportuno
Porém sofres silenciosamente.

Teu orgulho desapropria-te
Teu inverno aquece-te
Tua locura impulsiona-te

Condena-me por atos obscuros
Que subliminarmente visualizas

Perdurar o que invisivelmente vemos
O que atonicamente falamos
E o que sem tato sentimos

Realça o obscuro,
Alinha o itinerante
E atribua a nós
O desejo de Ser Feliz!!!

3 comentários:

  1. eu já conhecia esse, mas ele sofreu modificações né!? lindooo =**

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  2. http://ummundodeletrasesonhos.blogspot.com.br/
    adorei seu poema... da uma olhada no meu blog...
    obrigado

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