Cala-te e envergonha-te
Teus atos insanos não me compreendem
Fazes o que te é oportuno
Porém sofres silenciosamente.
Teu orgulho desapropria-te
Teu inverno aquece-te
Tua locura impulsiona-te
Condena-me por atos obscuros
Que subliminarmente visualizas
Perdurar o que invisivelmente vemos
O que atonicamente falamos
E o que sem tato sentimos
Realça o obscuro,
Alinha o itinerante
E atribua a nós
O desejo de Ser Feliz!!!